O vento abriu-me os olhos, vi a folhagem do céu,
o grande sopro imóvel da primavera efémera.
António Ramos Rosa, "Escrevo-te com o fogo e a água", in Volante Verde , 1986
o grande sopro imóvel da primavera efémera.
António Ramos Rosa, "Escrevo-te com o fogo e a água", in Volante Verde , 1986
Segunda-feira. Ponho a chave à porta do mundo e apresso-me para os camarins feitos rua. Estou pronta a interpretar o meu papel.
Hoje, nem as gaivotas se livram de voar contra o vento.
anita
Hoje, nem as gaivotas se livram de voar contra o vento.
anita

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