Desafiavam o sol com os olhos e a brisa, a querer ser vento e seda, entorpecia os gestos langorosos naquele meio de dia, acomodados na esplanada. À sua volta passeava-se, altiva, a energia adolescente de rapazes de horas longas a jogar ténis ou futebol e eles apreciavam-nos com inveja, querendo fugir das horas marcadas da tarde.
A luz estilhaçava-se nas cadeiras brancas ao ritmo das conversas inacabadas. Naquelas horas não vieram cafés que os acordassem dos filmes de si próprios na liberdade do mar vigoroso ou de campos de flores e verde.
De mansinho, as árvores foram trazendo fiapos de sombra para a mesa.
Foram partindo, pouco a pouco, primeiro no pensamento, depois, pondo as mãos aos bolsos, a incitar as pernas. Disseram-se adeus, combinando terminar a conversa numa outra tarde, outro momento, em que não tivessem de trabalhar.
anita
A luz estilhaçava-se nas cadeiras brancas ao ritmo das conversas inacabadas. Naquelas horas não vieram cafés que os acordassem dos filmes de si próprios na liberdade do mar vigoroso ou de campos de flores e verde.
De mansinho, as árvores foram trazendo fiapos de sombra para a mesa.
Foram partindo, pouco a pouco, primeiro no pensamento, depois, pondo as mãos aos bolsos, a incitar as pernas. Disseram-se adeus, combinando terminar a conversa numa outra tarde, outro momento, em que não tivessem de trabalhar.
anita

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