que natureza esta a de nos vergarmos
à gravidade serena dos astros, à ridícula lua alva dos poemas-cordel de atar folhetins.
à janela, a lua, eu digo-a cheia,
tu dizes quase.
daqui, vemo-la branca luz de cinza a marcar ritmos neste previsível corpo.
à janela, a lua, eu digo-a farol magnético das noites inebriadas
de todos os animais, em todos os tempos.
anita
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
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