Lá diziam os Queen e o Bowie, a plenas lufadas de pulmão: "Under Pressure - that burns a building down/ splits a family in two/ puts people on streets".
Eu tenho cá a convicção em duas teorias que, no fundo, são certezas: a primeira delas leva-me francamente a acreditar que um das práticas de tortura que alguns estados de direito poderiam adoptar com grande eficácia seria condenar certos e determinados indivíduos indesejados à criação obrigatória a troco da vida, ou de calar o bico (em vez de os enjaularem), algo do cariz de (perdões, não encontro exemplo melhor a esta hora): "Ó Michael Moore, escreve-me aí um filme-documentário sobre o meu tremendo sex-appeal junto das mulheres de todómundo e arredores, e inclui umas quantas cenas de cama aqui com a minha Primeira, para daqui a 2 horas- diz o Bush Jr. -ou mando alguém da CIA/ FBI/CTT/PCP/GPS cortar-te os tintins. Ah, e tu também entras."
A minha segunda teoria apenas corrobora o facto de a criação, seja de alguma coisa artística, de um simples pudim ou queixa em livro de reclamações mais inspirada morrer a partir do momento em que pensamos demais nela (a fazer muita, muita força mental). Ou vive pouco. A obra de arte sai um cuspo, o pudim um vomitado e a queixa uma elegia. Portanto, presumo cada vez mais com a idade, que isto de criar é um pouco como o "Mamã dá licença": o melhor é chegar ao coito sem ninguém ver, se é que me faço entender..
anita
u2 - Hold me, Thrill me, Kiss me, Kill me (OST Batman Forever)

1 comentário:
Se é que entendi bem GOSTEI! :)
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