Do carácter altivo pseudo-intelectual deprimente de cortar-os-pulsos-à-segunda cena que (quase) domina por completo o cinema português surgem surpresas. Surpresas, ora bem, bem inesperadas. Este Terra Sonâmbula, feito quase a partir do nada para além da obra de Mia Couto e dos esforço e talento da realizadora, é um respirar profundo e uma afago doce coração dentro.
É possível fazer um filme em Portugal para os espectadores comuns mortais desiluminados que rejeitam o cinema soporífero.
É possível fazer um filme em Portugal que as pessoas de carne e osso tenham realmente vontade e prazer de ver.
De Teresa Prata, a partir do livro de Mia Couto.

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