O trabalho: tornamo-nos mecânicos, dependentes de grilhetas variadas. Não somos, afinal, diferentes dos pássaros de asas aparadas, em gaiolas minúsculas, à espera de comida, a tremer ao toque estranho de uma mão estranha, de um som desconhecido, de um vento mais temperamental.
Mas somos. Somos. Somos.
É difícil convencermo-nos a abandonar uma certa escravidão. Sobretudo a de nós próprios.
E sim, claro que há excepções.

Sem comentários:
Enviar um comentário